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Tendências 20 de fev. de 2026

O que esperar do marketing em 2026

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Tempo de leitura: 6 min

Se tem uma coisa que aprendemos nos últimos anos é que previsões de marketing envelhecem rápido. Mas tem coisas que estão se formando agora e que você vai sentir no bolso (de verdade) nos próximos meses.

O fim da era do "Alcance Por Alcance"

Vanity metrics estão morrendo. Não de repente, mas estão. Aquele número de seguidores, aquela métrica de impressões, o alcance total do post: ninguém mais se importa (pelo menos não deveria).

O que está acontecendo é que plataformas estão ficando mais inteligentes sobre o que funciona e o que não funciona. E funcionar agora significa que as pessoas realmente fazem algo com o que você criou: compram, se inscrevem, consultam, voltam. As agências que ainda vendem "vamos aumentar seu alcance em 300%" estão vendendo ar. Quem vai prosperar em 2026 é quem consegue conectar ação com resultado. Pode parecer óbvio, mas você seria surpreendido com quantas campanhas ainda vivem no universo das vanity metrics.

A persona está evoluindo (finalmente!)

Segmentação de público não é novidade. Mas o nível de especificidade que está acontecendo agora é diferente.

Você não vai só saber que seu cliente é "mulher, 25-35, SP". Vai saber exatamente em qual parte da jornada ela está, qual problema específico ela tem agora, qual formato de conteúdo ela consome quando está com pressa, qual tipo de oferta ela ignora. Isso significa que campanhas genéricas vão virar coisa do passado. A margem para erro diminui. O lado bom? Quando você acerta, acerta muito.

Conteúdo deixa de ser "conteúdo" e vira educação ou entretenimento real

Tem muito post por aí que não é conteúdo. Coisas postadas porque "é segunda e segunda a gente posta". Em 2026, isso soa como radionovela, as pessoas estão completamente saturada. O que funciona é quando você entrega algo que importa: você ensina algo novo, economiza tempo de alguém, faz a pessoa rir do sofá (de verdade, não aquele riso forçado), ou resolve um problema que ela tinha.

A regra é simples: se aquilo não teria valor se fosse um e-mail direto para seu cliente, provavelmente não deveria ser postado como conteúdo. Isso elimina 80% do que sai por aí.

Video não é mais futuro, é presente

Ok, já falamos isso em 2023, 2024, 2025... mas agora é diferente. O vídeo curto, vertical, rápido não é mais "a tendência". É o padrão, ou você ou está fazendo, ou está ficando para trás de forma bem visível. Mas aí vai o plot twist: vídeo bom é raro, muito raro. A maioria ainda é amador, filmado de qualquer jeito com iluminação horrível e áudio de banheiro.

E é aí que mora a oportunidade. Vídeo de qualidade média, feito com clareza, um roteiro que faz sentido, e com um áudio decente, te coloca na frente de 90% da concorrência. A barra está tão baixa que não é nem questão de ser perfeito, é questão de ser competente.

O retorno do e-mail (sim, sério!)

Tem algo meio cult acontecendo agora: email voltou a ser o canal mais lucrativo para muita gente.

Porque? Simples. No e-mail, você está falando com alguém que escolheu estar lá. Não é algoritmo decidindo se ela vê ou não. É ela que abriu a caixa de entrada. Agências que dominam segmentação de email, copywriting, e automações inteligentes estão lucrando bastante em 2026. Enquanto todo mundo quer fazer TikTok, essas pessoas estão vendendo pela lista deles

Paid Ads ficou muito caro, mas ainda funciona

Custo por lead subiu. Se você estava acostumado com um CPL de 50 reais, prepare-se para 150 em algumas vertentes.

Isso está acontecendo por causa do volume. Todo mundo está em paid agora, isso está deixando uma concorrência absurda pelos mesmos clientes. As marcas que conseguem estruturar uma oferta tão boa que ela justifica um custo de aquisição alto, prosperam mais rápido. Porque se o CAC é 150 mas seu cliente vale 800 no lifetime, você ganha muito.

Comunidade virou moeda de verdade

Não estou falando de grupo de WhatsApp. Estou falando de espaço onde as pessoas se sentem parte de algo. Discord, Slack, grupos privados, comunidades em plataforma específica, qualquer lugar onde você consegue criar sentimento de pertencimento. Isso está virando ativo de verdade, porque ali você não compete com algoritmo. Você compete com experiência real, e experiência real gera lealdade que anúncio nunca vai gerar. Marcas que investem em comunidade em 2026 estão plantando sementes que vão colher por anos.

IA não é mais "tendência", é Infrastructure

A gente já falou sobre IA em criação visual, mas agora ela está em todo lugar. Análise de dados, rotinas de atendimento, personalização, previsão de comportamento... Quem não está usando IA para automatizar tarefas repetitivas está perdendo tempo, literalmente. Você consegue fazer 4x mais em 8 horas se souber usar as ferramentas certas.

Mas a IA é ferramenta. Decisões de marketing ainda precisam de gente pensante. A IA não decide se qual o melhor tipo de campanha, não decide qual é o tom da marca. Isso é decisão humana que vai sempre existir.

A publicidade "invisível" cresce

Native advertising, brand integration, partnerships desenhadas para parecer orgânicas, são maneiras sutis de fazer marketing, isso está crescendo porque funciona. A gente está cansado de anúncio forçado. Mas se você integra sua marca em algo que a pessoa já adora? Aí sim ela aceita. Influenciadores que fazem parcerias que parecem naturais (porque são) estão ganhando mais que influenciadores que praticamente imploram "use meu código".

O que muda para quem trabalha com marketing?

Se você gerencia marketing de uma marca agora, em 2026 o jogo mudou: Você não pode mais disparar e rezar. Cada peso investido em campanha precisa ter resposta clara. ROI não é mais buzzword, é requisito básico.

Você precisa conhecer melhor seu cliente do que nunca. Não em termos de dado demográfico, mas em termos de por que ela compra com você e não com outro. Você vai precisar de mais especialidades dentro do time (ou encontrar agência que tenha). Video producer, especialista em e-mail, community manager, analista de dados.... não dá mais pra ser um departamento de marketing com 2 pessoas fazendo tudo.

A verdade é que marketing sempre foi sobre uma coisa: conectar a pessoa certa com a oferta certa na hora certa, e agora temos mais ferramentas e dados melhores para fazer isso.

Então se você quer estar na frente em 2026, a pergunta não é "qual rede social devo focar". A pergunta é: "eu realmente entendo quem está comprando comigo e por quê? E consigo chegar nela de forma que faça sentido para os dois?", responda bem essa pergunta, e o resto é execução.


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Autor Clara Brito

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