O que é E-mail Marketing e como usar para vender mais
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E-mail Marketing ainda funciona?
Com tantas redes sociais, podcasts e novas plataformas surgindo constantemente, muita gente questiona se o e-mail ainda é relevante. Os dados respondem com clareza: o e-mail marketing tem ROI médio de R$ 38 para cada R$ 1 investido, segundo a DMA (Data & Marketing Association). Nenhum outro canal chega perto.
A razão é simples: e-mail é o único canal digital onde você é dono da lista. Suas redes sociais podem ser hackeadas, seu alcance orgânico pode cair, algoritmos mudam. Mas sua lista de e-mails é sua, e as pessoas que estão nela escolheram explicitamente receber suas mensagens.
Os tipos de E-mail Marketing que você precisa usar
Newsletter
A newsletter é um conteúdo regular, geralmente semanal ou quinzenal, que educa, entretém e mantém sua marca presente na rotina da audiência. Ela não deve ser tratada como propaganda, mas como uma entrega de valor. Uma boa newsletter cria uma audiência fiel, que passa a reconhecer a marca e abrir seus e-mails com frequência.
E-mail Transacional
Ele aparece em momentos como confirmações de compra, recuperação de carrinho abandonado, recibos e redefinição de senhas. Esses costumam estar entre os e-mails mais abertos, com taxas superiores a 70%, justamente porque chegam em momentos de interesse direto do usuário. Por isso, também podem ser usados para reforçar a marca e criar oportunidades de upsell.
Sequência de Nutrição
A sequência de nutrição é uma série automatizada de e-mails enviada para leads que ainda não compraram. Como detalhado no post sobre nutrição de leads, essa sequência ajuda a conduzir o lead pela jornada de decisão, entregando informações no momento certo e aproximando-o da compra.
Campanhas Promocionais
São usadas para ofertas, lançamentos e promoções por tempo limitado. Elas funcionam bem quando são usadas com moderação, porque, se todo e-mail enviado for uma promoção, a lista perde valor e o número de descadastros tende a aumentar.
As 5 Métricas de E-mail Marketing que Importam
- Taxa de abertura mostra o percentual de pessoas que abriram o e-mail, tendo como benchmark uma média entre 20% e 25%.
- Taxa de clique, também chamada de CTR, indica o percentual de pessoas que clicaram em algum link dentro da mensagem, com benchmark médio entre 2% e 5%.
- Taxa de conversão revela quantas pessoas realizaram a ação desejada depois do clique.
- Taxa de descadastro merece atenção quando passa de 0,5% por envio, pois pode indicar excesso de mensagens, baixa relevância ou desalinhamento com a expectativa da lista.
- Taxa de entregabilidade mostra o percentual de e-mails que chegaram à caixa de entrada, sendo preocupante quando fica abaixo de 95%.
Como escrever linhas de assunto que aumentam abertura
A linha de assunto é responsável por 50% do sucesso do e-mail, se a pessoa não abrir, o conteúdo nem chega a cumprir seu papel. Algumas técnicas costumam funcionar bem, como a personalização, por exemplo:
“[Nome], você viu isso?”. E-mails com o nome no assunto podem ter 26% mais aberturas. A urgência real também pode ser usada em frases como “Última hora: proposta válida até hoje”
Desde que exista um motivo concreto para essa urgência. Outra possibilidade é despertar curiosidade, como em: “O erro que está custando clientes para o seu negócio”. Os números também ajudam a tornar o assunto mais objetivo, como em “5 estratégias que dobramos a conversão de uma PME”. Já as perguntas podem funcionar quando apontam para uma dúvida comum da audiência, como em “Você está cometendo esses erros no Instagram?”.
Segmentação: o segredo para e-mails que convertem
Enviar o mesmo e-mail para toda a lista é desperdício. A segmentação permite separar os contatos por estágio do funil, interesse demonstrado, comportamento, como ter aberto ou não o último e-mail, localização ou tipo de cliente. Com isso, cada pessoa recebe mensagens mais próximas do que está vivendo naquele momento. E-mails segmentados geram 18x mais receita do que campanhas em massa.
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